A cultura Sabá gira muito em torno dos princípios gémeos da
lealdade e liberdade. Os vampiros, como seres superiores, são livres
para fazer o que querem, contanto que permaneçam leais ao Sabá,
para que suas liberdades não sejam comprometidas pelas maquinações
dos anciões. Acima de tudo, os Sabás se negam a se colocarem sob
o domínio dos Antediluvianos; muitos dos esquemas da seita
envolvem maneiras de frustrar, ou pelo menos sobreviver à
Gehenna. Diz-se que os dois clãs fundadores, o Lasombra e o
Tzimisce, teriam cometido diablerie e destruído seus progenitores, e
os outros vampiros do Sabá seguem suas lideranças, esperando um
dia poderem fazer o mesmo.
Contudo, rivalidades internas, jogos de poder e vinganças antigas
rasgam o clã por dentro e o Sabá frequentemente dá dois passos à
frente e três para trás. A seita não tem uma liderança verdadeira e
abrangente; é uma hidra, voltando atrás para morder a si mesma e
aos seus inimigos mesmo quando está vencendo em números e
influência.
Com exceção dos
Tzimisce e
Lasombra, que são os pastores da
seita, os próprios vampiros do Sabá, clamam zombando serem "anticlãs",
ou antitribu, de seus clãs originais. Alguns vampiros do Sabá
se envolvem abertamente com satanismo, paganismo ou outras
creanças não-convencionais para ofender a decência dos que se
levantam contra eles. Perversão e brutalidade são as ferramentas
do Sabá e a seita as usa com uma impiedosa habilidade.
O núcleo do Sabá é o "bando", uma dispersa confederação de
vampiros oficialmente unida em prol de um único objetivo. "Bandos"
do Sabá podem ser nómades, viajando de cidade em cidade,
deixando atrás de si apenas morte e destruição, ou podem se estabelecer
permanentemente. Por serem os vampiros primariamente
predadores solitários, forçar a companhia uns dos outros por períodos
prolongados certamente afeta cada um dos Membros que formam o "bando".